Este é o ministério primário de cada crente. Ser testemunha da pessoa de Jesus é falar daquilo que ele fez para si próprio, bem como para com todos os homens. Foi o que o Senhor mandou que o ex-endemoninhado gadareno fizesse –
" Torna para tua casa e conta quão grandes coisas te fez Deus. E ele foi apregoando por toda a cidade quão grandes coisas Jesus lhe tinha feito" - (Lucas 8:39).
Vai...e conta!
Foi o que fez o cego de nascença, em Jerusalém –
"Chamaram, pois, pela segunda vez o homem que tinha sido cego e disseram-lhe: Dá glória a Deus; nós sabemos que esse homem é pecador. Respondeu ele, pois, e disse: Se é pecador, não sei; uma coisa sei, e é que, havendo eu sido cego, agora vejo" - (João 9:24-25 ).
Portanto, ser testemunha é uma missão que, por certo, está ao alcance de todos os salvos. Para ser testemunha não se exige muitos requisitos, quer sociais, quer financeiros, quer culturais. O que se exige está ao alcance de todos. Exige-se que possa contar os fatos que viu, que ouviu, bem como conhecer bem a pessoa sobre quem vai testemunhar.
Não era condição essencial que as testemunhas fossem eloquentes. Era fundamental, contudo, ter tido uma experiência pessoal com Jesus e saber falar dos resultados práticos dessa experiência. Poder, no sentido espiritual, fazer sua as palavras daquele cego de nascença –
"Uma coisa sei, e é que, havendo eu sido cego, agora vejo".
Você é uma testemunha de Jesus?
A ascensão de Jesus
"E, quando dizia isto, vendo-o eles, foi elevado às alturas, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos" - (Atos 1:9 ).
O Senhor Jesus havia falado sobre a necessidade de seu retorno ao céu –
"...convém que eu vá, porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, se eu for, enviar-vo-lo-ei" - (João 16:7).
Agora os discípulos podiam entender estas palavras que haviam sido ditas por Jesus. Ele precisava ir...e Ele foi!
A segunda vinda de Jesus anunciada pelos anjos
A promessa de sua vinda foi feita, originalmente, pelo próprio Jesus –
"E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também" - (João 14:3 ).
Ele havia dito – "se eu for". Agora, em Atos, temos a informação de que ele foi. Foi, e aos olhos de muitas testemunhas! Ele disse que voltaria!
Os anjos confirmaram a promessa de sua vinda
"E, estando com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles se puseram dois varões vestidos de branco, os quais lhes disseram: Varões galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi recebido em cima no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir" - (Atos 1:10-11 ).
Os anjos não são oniscientes. Isto significa dizer que eles conheciam a promessa de Jesus de que ele "viria outra vez". Eles creram e por isto anunciaram que ele "há de vir". Assim, o Senhor Jesus disse que viria; os anjos creram que ele viria e proclamaram a sua vinda.
Uma promessa confirmada pelos apóstolos
O testemunho de Pedro
"O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia...Mas nós, segundo a sua promessa aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça" - ( II Pedro 3:9-13).
O testemunho de João
"E agora, filhinhos, permanecei nele: para que quando ele se manifestar, tenhamos confiança e não sejamos confundidos por ele na sua vinda" - ( I João 2:28).
O testemunho de Paulo
Depois de Jesus, Paulo foi quem mais falou sobre a vinda de Cristo. Por economia de espaço vamos citar apenas duas passagens bíblicas onde ele fala sobre a vinda de Jesus –
"Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados" - (I Coríntios 15:51-52 ).
O Senhor Jesus disse: "virei outra vez". Paulo ensinou o que acontecerá no dia em que ele vier. Os salvos vivos serão transformados num abrir e fechar de olhos, os salvos mortos ressuscitarão, e o Senhor Jesus cumprirá a sua promessa –
"...e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também" - (João 14:3).
"Dizemo-vos, pois, isto pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor" - (I Tessalonicenses 4:15-17).
A vinda de Cristo é, pois, uma realidade. O Senhor Jesus prometeu que viria, os anjos anunciaram que ele viria, os apóstolos confirmaram que Ele viria, nós estamos esperando a sua vinda –
"...ora vem, Senhor Jesus" - ( Apocalipse 22:20).
Não crer na vinda de Jesus significa não crer na Palavra de Deus. A segunda vinda é mencionada mais de trezentas vezes no Novo Testamento. Somente Paulo faz menção dela cerca de cinquenta vezes. Duas de suas epístolas - I e II Tessalonicenses cuidam especificamente do assunto referente à vinda do Senhor. Capítulos inteiros, como Mateus 24 e Marcos 13 são dedicados ao ensino sobre a vinda de Jesus.
Sua segunda vinda é mencionada oito vezes mais que a primeira. É, pois, a vontade do Senhor que a certeza da vinda de Cristo seja uma realidade no coração de cada um de seus filhos.
"Então voltaram para Jerusalém"
Eles estavam no Monte das Oliveiras –
"...o qual está perto de Jerusalém, à distância do caminho de um sábado" - (Atos 1:12)
Caminho de um sábado dizia respeito à distância que um judeu podia caminhar no dia de sábado. Tratava-se de uma distância de dois mil côvados, ou seja, cerca de mais ou menos um quilômetro.
Josefo calcula essa distância em cerca de cinco ou seis estádios, ou seja, aproximadamente 1.100 metros.
Jerusalém estava separada do Monte das Oliveiras pelo Vale de Cedrom. Foi pois deste monte que o Senhor Jesus deixou a terra, retornando para o céu.
Será, ainda, no Monte das Oliveiras que ele pisará quando retornar à terra, no Dia da Revelação do Senhor, que acontecerá no final da Grande Tribulação, segundo nos informa o profeta Zacarias –
"E, naquele dia, estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; e o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale muito grande; e metade do monte se apartará para o norte, e a outra metade dele, para o sul" - (Zacarias 14:4 ).
4 de fevereiro de 2011
"SER-ME-EIS TESTEMUNHAS"
15 de janeiro de 2011
Moisés escreveu o Pentatêuco?
Porém, nas próprias escrituras existem algumas evidências, de que realmente foi Moisés quem escreveu esses livros, coforme listo abaixo:
1 Deus ordenou-lhe que escrevesse um livro (Êx 17.14; 34.27).
2 Moisés escreveu um livro (Êx 24.5-7; Nm 33.2; Dt 31.9).
3 Ele chamou seu livro de o livro da aliança (Êx 24.7), o livro desta lei (Dt 28.58,61); e este livro da lei (Dt 29.20-27; 30.10; 31.24-26). Isso inclui todo o Pentateuco, que foi considerado pelos judeus, um livro de 5 partes.
4 Cópias do livro de Moisés eram feitas para os reis (Dt 17.18-20).
5 Deus reconhece o livro da lei como escrito por Moisés, e ordenou que ele fosse a regra de conduta para Josué (Js 1.8; 8.30-35).
6 Josué aceitou o livro da lei como sendo escrito por Moisés e copiou-o em 2 montes (Dt 11.26-32; Js 8.30-35). Ele contribuiu com o livro, escrevendo talvez o último capítulo (Dt 34) sobre a morte de Moisés (Js 24.26).
7 Josué ordenou a todo Israel que obedecessem ao livro da lei de Moisés (Js 23.6).
8 Durante o período dos reis, esse livro era a lei:
(1) Davi o reconheceu (1 Cr 16.40).
(2) Salomão foi encarregado por Davi de mantê-lo (1 Rs 2.3).
(3) Ele foi achado e obedecido por Josias e Israel (2 Rs 22.8–23.25; 2 Cr 34.14–35.18).
(4) Josafá o ensinou a todo o Israel (2 Cr 17.1-9).
(5) Joiada obedeceu a ele (2 Rs 12.2; 2 Cr 23.11,18).
(6) Amazias obedeceu a ele (2 Rs 14.3-6; 2 Cr 25.4).
(7) Ezequias obedeceu a ele (2 Cr 30.1-18).
9 Os profetas referem-se a ele como a lei de Deus escrita por Moisés (Dn 9.11; Ml 4.4).
10 Tanto Esdras como Neemias atribuem o livro da lei a Moisés (Ed 3.2; 6.18; 7.6; Ne 1.7-9; 8.1,14,18; 9.14; 10.28,29; 13.1).
11 Cristo atribui toda a lei – todos os 5 livros do Pentateuco – a Moisés (confira Lc 24.27,44 com Gn 3.15; 12.1-3; Mc 12.26 com Êx 3; e Mc 7.10 com Êx 20.12; 21.17. Veja também Jo 1.17; 5.46; 7.19,23).
12 Os apóstolos atribuíram a lei a Moisés (At 13.39; 15.1,5,21; 28.23).
13 Por mais de 3.500 anos, era consenso entre estudiosos judeus e o povo comum que Moisés escreveu o Pentateuco. Os judeus de todos os tempos da história nunca questionaram isso.
14 Escritores pagãos – Ticitus, Juvenal, Strabo, Longinus, Porfírio, Juliano e outros – concordam sem questionamento que Moisés escreveu o Pentateuco.
15 Líderes religiosos entre os pagãos – Maomé e outros – o atribuem a Moisés.
16 Evidências no próprio livro provam um autor:
(1) O Pentateuco foi escrito por um hebreu que falava a língua hebraica e apreciava os sentimentos dessa nação. Moisés cumpria esse requerimento.
(2) Foi escrito por um hebreu familiarizado com o Egito e a Arábia, seus costumes e cultura. Desde que os ensinos egípcios foram cuidadosamente ocultados para os estrangeiros, e eram somente para os sacerdotes e a família real, Moisés era o único hebreu conhecido que poderia cumprir esse requisito (At 7.22; Hb 11.23-29).
(3) Há uma exata correspondência entre as narrativas e as instituições, mostrando que ambos são do mesmo autor.
(4) A concordância no estilo dos 5 livros prova um único autor.
(5) O próprio Moisés declarou claramente ser ele o escritor desta lei. Veja Êxodo 24.4; Números
33.2; Deuteronômio 31.9,22.
Tema: A criação, a queda e a redenção da raça humana através de Jesus Cristo. Em torno disso, centraliza-se toda a revelação divina e verdade das Escrituras. O livro é a sementeira de toda a Bíblia e é a correta compreensão de cada parte dela. O Gênesis é a fundação sobre a qual toda divina revelação baseia-se e é construída. E não somente isso, mas entra e forma uma parte integrante de toda a revelação. Cada grande doutrina das Escrituras encontra suas raízes em Gênesis em princípio, tipo ou simples revelação.
Propósito: Revelar ao homem a origem do céu e da terra e de todas as demais coisas. Declarar Deus como um Criador pessoal e mostrar que nada evoluiu através de bilhões de anos. Registrar a história da queda do homem e a presença do pecado na terra como uma introdução para sua lei.
Estatísticas: 1º livro da Bíblia; 50 capítulos; 1.533 versos; 38.267 palavras; 1.156 versículos começados com e; 1.385 versos de história; 149 questões; 56 profecias; 123 versículos com profecias cumpridas; 23 versículos com profecias não cumpridas; 16 capítulos curtos; 24 longos; o 16º capítulo tem 16 versos; o 32º capítulo tem 32 versos; 5 capítulos têm 34 versos (...)”
12 de janeiro de 2011
Obra da carne ou fruto do Espírito?
Obras da Carne & Frutos do Espírito
“Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus. Mas o fruto do Espírito é: caridade (amor), gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra essas coisas não há lei.” Gl 5.19-23
Nenhum trecho da Bíblia apresenta um mais nítido contraste entre o modo de vida do crente cheio do Espírito e aquele controlado pela natureza humana pecaminosa do que 5.16-26. Paulo não somente examina a diferença geral do modo de vida desses dois tipos de crentes, ao enfatizar que o Espírito e a carne estão em conflito entre si, mas também inclui uma lista específica tanto das obras da carne, como do fruto do Espírito.
OBRAS DA CARNE.
“Carne” (gr. sarx) é a natureza pecaminosa com seus desejos corruptos, a qual continua no cristão após a sua conversão, sendo seu inimigo mortal (Rm 8.6-8,13; Gl 5.17,21). Aqueles que praticam as obras da carne não poderão herdar o reino de Deus (5.21). Por isso, essa natureza carnal pecaminosa precisa ser resistida e mortificada numa guerra espiritual contínua, que o crente trava através do poder do Espírito Santo (Rm 8.4-14; ver Gl 5.17).
As obras da carne (5.19-21) incluem:
(1) “Prostituição” (gr. pornéia), i.e., imoralidade sexual de todas as formas. Isto inclui, também, gostar de quadros, filmes ou publicações pornográficos (cf. Mt 5.32; 19.9; At 15.20,29; 21.25; 1Co 5.1). Os termos moichéia e pornéia são traduzidos por um só em português: prostituição.
(2) “Impureza” (gr. akatharsia), i.e., pecados sexuais, atos pecaminosos e vícios, inclusive maus pensamentos e desejos do coração (Ef 5.3; Cl 3.5).
(3) “Lascívia” (gr. aselgeia), i.e., sensualidade. É a pessoa seguir suas próprias paixões e maus desejos a ponto de perder a vergonha e a decência (2Co 12.21).
(4) “Idolatria” (gr. eidololatria), i.e., a adoração de espíritos, pessoas ou ídolos, e também a confiança numa pessoa, instituição ou objeto como se tivesse autoridade igual ou maior que Deus e sua Palavra (Cl 3.5).
(5) “Feitiçarias” (gr. pharmakeia), i.e., espiritismo, magia negra, adoração de demônios e o uso de drogas e outros materiais, na prática da feitiçaria (Êx 7.11,22; 8.18; Ap 9.21; 18.23).
(6) “Inimizades” (gr. echthra), i.e., intenções e ações fortemente hostis; antipatia e inimizade extremas.
(7) “Porfias” (gr. eris), i.e., brigas, oposição, luta por superioridade (Rm 1.29; 1Co 1.11; 3.3).
(8) “Emulações” (gr. zelos), i.e., ressentimento, inveja amarga do sucesso dos outros (Rm 13.13; 1Co 3.3).
(9) “Iras” (gr. thumos), i.e., ira ou fúria explosiva que irrompe através de palavras e ações violentas (Cl 3.8).
(10) “Pelejas” (gr. eritheia), i.e., ambição egoísta e a cobiça do poder (2Co 12.20; Fp 1.16,17).
(11) “Dissensões” (gr. dichostasia), i.e., introduzir ensinos cismáticos na congregação sem qualquer respaldo na Palavra de Deus (Rm 16.17).
(12) “Heresias” (gr. hairesis), i.e., grupos divididos dentro da congregação, formando conluios egoístas que destroem a unidade da igreja (1Co 11.19).
(13) “Invejas” (gr. fthonos), i.e., antipatia ressentida contra outra pessoa que possui algo que não temos e queremos.
(14) “Homicídios” (gr. phonos), i.e., matar o próximo por perversidade. A tradução do termo phonos na Bíblia de Almeida está embutida na tradução de methe, a seguir, por tratar-se de práticas conexas.
(15) “Bebedices” (gr. methe), i.e., descontrole das faculdades físicas e mentais por meio de bebida embriagante.
(16) “Glutonarias” (gr. komos), i.e., diversões, festas com comida e bebida de modo extravagante e desenfreado, envolvendo drogas, sexo e coisas semelhantes.
As palavras finais de Paulo sobre as obras da carne são severas e enérgicas: quem se diz crente em Jesus e participa dessas atividades iníquas exclui-se do
reino de Deus, i.e., não terá salvação (5.21; ver 1Co 6.9).
O FRUTO DO ESPÍRITO.
Em contraste com as obras da carne, temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama “o fruto do Espírito”. Esta maneira de viver se realiza no crente à medida que ele permite que o Espírito dirija e influencie sua vida de tal maneira que ele (o crente) subjugue o poder do pecado, especialmente as obras da carne, e ande em comunhão com Deus (ver Rm 8.5-14 nota; 8.14 nota; cf. 2Co 6.6; Ef 4.2,3; 5.9; Cl 3.12-15; 2Pe 1.4-9).
O fruto do Espírito inclui:
(1) “Caridade” (amor) (gr. agape), i.e., o interesse e a busca do bem maior de outra pessoa sem nada querer em troca (Rm 5.5; 1Co 13; Ef 5.2; Cl 3.14).
(2) “Gozo” (gr. chara), i.e., a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que crêem em Cristo (Sl 119.16; 2Co 6.10; 12.9; 1Pe 1.8; ver Fp 1.14).
(3) “Paz” (gr. eirene), i.e., a quietude de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem entre o crente e seu Pai celestial (Rm 15.33; Fp 4.7; 1Ts 5.23; Hb 13.20).
(4) “Longanimidade” (gr. makrothumia), i.e., perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero (Ef 4.2; 2Tm 3.10; Hb 12.1).
(5) “Benignidade” (gr. chrestotes), i.e., não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor (Ef 4.32; Cl 3.12; 1Pe 2.3).
(6) “Bondade” (gr. agathosune), i.e., zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade (Lc 7.37-50) ou na repreensão e na correção do mal (Mt 21.12,13).
(7) “Fé” (gr. pistis), i.e., lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade (Mt 23.23; Rm 3.3; 1Tm 6.12; 2Tm 2.2; 4.7; Tt 2.10).
(8) “Mansidão” (gr. prautes), i.e., moderação, associada à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com eqüidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso (2Tm 2.25; 1Pe 3.15; para a mansidão de Jesus, cf. Mt 11.29 com 23; Mc 3.5; a de Paulo, cf. 2Co 10.1 com 10.4-6; Gl 1.9; a de Moisés, cf. Nm 12.3 com Êx 32.19,20).
(9) “Temperança” (gr. egkrateia), i.e., o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza (1Co 7.9; Tt 1.8; 2.5).
O ensino final de Paulo sobre o fruto do Espírito é que não há qualquer restrição quanto ao modo de viver aqui indicado. O crente pode — e realmente deve — praticar essas virtudes continuamente. Nunca haverá uma lei que lhes impeça de viver segundo os princípios aqui descritos.
8 de janeiro de 2011
A última moda da Universal é fazer sacrifício no altar.
Clique nas fotos para ver os detalhes.
Irmãos,
O que vocês vão ver agora causa profunda revolta. Principalmente, por ocorrer num local onde há o nome de nosso Senhor e Salvador na porta. Eu não consegui terminar de escrever este texto sem chorar.
A simbologia por trás deste ritual é uma mistureba completa. Faz uma simulação de passagem nos átrios do templo, da via crucis – ou via dolorosa -, passa por idolatria despropositada de água e óleos e culmina na mais descabida heresia da simulação de um sacrifício em um altar (na verdade, uma coluna para sacrifício, como a de Jacó) com direito a sangue falso e tudo.
Qualquer pessoa que tenha entendimento o bastante para ter aceitado Jesus Cristo como seu Salvador, há de ter compreendido ao confessá-Lo como Senhor que:
Cristo, o nosso Sumo Sacerdote, é "santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores. Que não tem necessidade, como os sumos sacerdotes, de oferecer todos os dias sacrifícios, primeiro, por seus próprios pecados, depois, pelos do povo; porque fez isto uma vez por todas, quando a si mesmo se ofereceu" (Hebreus 7:26-27). Cristo, por meio de seu sangue, entrou no lugar santo do céu, tendo obtido para nós a redenção eterna e agora apresenta-se a nosso favor diante da face de Deus (Hebreus 9:12, 24). O resultado da expiação é nossa redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados" (Efésios 1:7). Na verdade, ele "nos ama, e, pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados" (Apocalipse 1:5). Onde há remissão de pecados, "já não há oferta pelo pecado" (Hebreus 10:18), porque Cristo é a propiciação pelos nossos pecados, o meio pelo qual Deus se reconcilia ao homem pecador (1 João 2:2).
Também há de perceber que o simulacro de sacrifício visto nestas cenas – e não estranhe se em breve cordeiros forem sacrificados neste mesmo altar – constitui extrema ofensa!
Que o Senhor tenha piedade dos que são incapazes de entender isto, e que venha a Sua ira a fulminar esta cambada de sacerdotes estelionatários da IURD!
O esquema passo a passo
As luzes se apagam e a música emocionante toca!
O povo se junta na entrada dos átrios . O berrante de crente toca e a turma anda.
Cada átrio tem um nome de uma causa impossível (emprego, casa própria, marido corno, espinhela caída... São 30 átrios. Clique para ampliar e ver, pois estou sem paciência...
O último é SUCESSO! (do bispo, claro!)
Agora deixa a grana ai...
Aqui faz igual na igreja católica. Molha o dedinho na água. Não! Igual não! São 7 tipos de água – do rio, do mar, da chuva, da cachoeira, do lago, do filtro, da fonte e da chuva (está faltando a do vaso sanitário, já mandei minha carta ao bispo com a solicitação).
No palco, fazendo a fila andar – para o gasofilácio, claro – estes dois camaradas vestidos de sacerdotes saduceus.
Para finalmente, chegarmos ao ápice desta atrocidade. O sacrifício: Para cada clamor do povo é simulado um sacrifício, com direito a derramar sangue cenográfico e tudo em cima da coluna de sacrifício. Repare ainda o "bater cabeça" que é outro ritual do candomblé e do satanismo em geral.
"Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira." João 8:44
2 de janeiro de 2011
Bispo Samuel Ferreira em transe na Assembléia de Deus do Bras.
26 de dezembro de 2010
Dieta da sopa para emagrecer
Apesar de dieta não ter nada haver com o assunto do BLOG, resolvi postar aqui uma dieta infalível, extraída do corpo de nutricionistas do INCOR, e que realmente ajuda o paciente perder até 7 kg em uma semana.
Acredito que no início do ano muitos estarão mais gordos, e desesperados para emagrecer, então não custa ajudar.
Quem se habilitar a fazer, peço que poste aqui a sua esperiência.
Ingredientes:
1 Berinjela
1 Nabo
2 Maços de cebolinha
1 ou 2 latas de purê de tomate (ou tomate picado)
1 maço de aipo ou salsão
1 repolho grande
1 cebola picada
3 cenouras
2 xícaras de vagem picada
Tempere com sal, pimenta, curry, salsa, etc..., se desejar.
Corte os legumes em pedaços pequenos ou mèdios e cubra de água.
Ferva rápido por 10 minutos; então, abaixe o fogo, mantendo o ponto de fervura por aproximadamente 40 minutos. Tempere a gosto.
Esta sopa pode ser tomada em qualquer momento do dia, em momento que se tenha
vontade. Coma quando quiser, de dia ou de noite. Esta sopa queima calorias. Quanto mais se come, mais se perde. Se tomada isoladamente, por período indeterminado, você pode sofrer desnutrição.
ACOMPANHAMENTO PARA SOPA
DIA 1 -- TODAS AS FRUTAS (exceto banana)
Seu primeiro dia consistirá de todas as frutas que deseje, menos banana.
Melancia e melão têm menos calorias que a maioria das frutas.
Coma somente sopa e frutas no Dia 1.
Para beber: chá, café, suco de uva ou água á vontade, mas tudo sem açúcar.
DIA 2 -- TODOS OS LEGUMES
Coma, até que esteja farto, legumes frescos, crus ou cozidos, de sua preferência. Tente comer legumes verdes e folhosos que desejar, afaste-se de feijão seco, grão de bico, ervilhas e milho. Tome toda a sopa e coma os legumes que desejar. Na hora do jantar pode comer, se quiser, uma batata grande cozida,com manteiga.
Lembre-se: NÃO COMA FRUTAS HOJE.
DIA 3 -- FRUTAS E LEGUMES
Tome e coma quanta sopa, frutas e legumes desejar. Mas hoje você não poderá comer batata cozida. Se você tiver comido por 3 dias tudo que foi indicado e em quantidade suficiente e equilibradas, descobrirá que perdeu de 2,300 a 3,200 quilos até hoje.
DIA 4 -- BANANA E LEITE DESNATADO
Coma até 8 bananas e beba quantos copos de leite desnatado que quiser no dia de hoje, junto com a sopa. Banana tem calorias e carboidratos, proteínas e cálcio para diminuir o desejo intenso de consumir açúcar.
DIA 5 -- BIFES E TOMATES
Você pode comer nesse dia de 280 gramas a 400 gramas de bife e o conteúdo de uma lata de tomate. Tente beber de 6 a 8 copos de água para lavar e eliminar o ácido que está no seu corpo. Tome a sopa pelo menos uma vez no decorrer do dia.
DIA 6 -- BIFES E LEGUMES
Coma bife (até 3 bifes grandes) e legumes em quantidades razoáveis, mas o quanto desejar, MAS NÃO BATATA COZIDA. Assegure-se de tomar a sopa pelo menos uma vez no dia.
DIA 7 -- ARROZ, SUCOS E FRUTAS
Dê preferência ao arroz integral, aos sucos (evidentemente sem açúcar) e aos legumes á vontade. Outra vez se farte. Assegure-se de tomar a sopa pelo menos uma vez no dia.
RESUMINDO
Ao final do sétimo dia, se não tiver fraudado a dieta, você terá perdido de 4,500 a 7,500 quilos. Se tiver perdido mais de 8,200 quilos, fique fora da dieta por 2 ou 3 dias antes de recomeçar.
25 de dezembro de 2010
Jesus não nasceu no Natal
A típica história que nós repetidamente ouvimos é:
"Na noite de 25 de Dezembro, cerca de 2000 anos atrás, Maria se dirigia a Belém montada em um jumento, à beira de dar à luz o seu bebê. Embora fosse uma emergência, todas as hospedarias lhes negaram abrigo. Então eles tiveram Jesus em um estábulo. Em seguida, os anjos cantam aos pastores, e depois todos se juntam aos três reis magos montados em camelos no louvor ao silencioso recém-nascido."
O problema é que essa história pode estar quase completamente errada. Os eventos que rodearam o nascimento têm sido recontados tantas vezes de tantas formas - em peças, poesias, livros e filmes - que a maioria das pessoas têm uma visão distorcida dos verdadeiros eventos. O único registro preciso é o que se encontra na Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus.
Maria montou num jumento para chegar em Belém?Talvez, mas há várias outras possibilidades. A Bíblia não diz como ela chegou a Belém. Diz apenas que ela foi acompanhada por José.
Maria chegou a Belém na noite em que ela deu à luz? A Bíblia não sugere isso. Eles podem ter chegado semanas antes. A Palavra de Deus simplesmente diz: "E aconteceu que, estando eles ali [em Belém], se cumpriram os dias em que ela havia de dar à luz" (Lucas 2:6). Chegar na cidade bem antes dessa data faria mais sentido. A jornada de Nazaré a Belém normalmente durava três dias.
José ou Maria falaram com algum hoteleiro? Talvez, mas não há razões bíblicas fortes para acreditar que sim. Embora hoteleiros sejam importantes personagens em muitas peças de Natal, nenhum hoteleiro é realmente mencionado no registro bíblico do nascimento de Cristo. Além do mais, é bem possível que Maria e José tenham na verdade se hospedado numa casa com parentes, não em algum tipo de hotel dos tempos bíblicos. (Veja abaixo)
Jesus nasceu em um estábulo?Ou em um celeiro? Ou em uma caverna? A Bíblia não menciona nenhum desses três lugares em conexão com o nascimento de Cristo, menciona apenas uma manjedoura. A Escritura diz apenas que eles deitaram Jesus em uma manjedoura porque não havia nenhum lugar para ele no quarto de hóspedes. A palavra grega usada na Escritura é kataluma, e pode significar quarto de hóspedes, alojamento ou hospedaria. Na única outra vez que aparece no Novo Testamento, essa palavra significava um quarto amplo e mobiliado de um sobrado, dentro de uma casa particular. É traduzido como quarto de hóspedes, não como hotel (Marcos 14:14-15). De acordo com nossos peritos em arqueologia bíblica, Jesus provavelmente nasceu na casa de parentes, mas for a da sala e do quarto de hóspedes. (Aprenda mais: Jesus nasceu num estábulo? / O que é uma manjedoura?/ O que é uma hospedaria?
"Longe, numa manjedoura, o bebê acorda, mas o pequeno Senhor Jesus, não grita nem chora." Embora essas palavras sejam a tradução de uma bela canção, não podemos ter certeza de que Jesus não chorava. A Bíblia não registra isso.
Os anjos cantaram aos pastores fora de Belém? Talvez, mas a Bíblia não diz especificamente que os anjos cantaram. Ela diz que primeiro um anjo apareceu e falou, "e, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus" (Lucas 2:13).
Os anjos estavam presentes na hora do nascimento? Parece lógico presumir que sim, mas, a Escritura não menciona isso, e não há provas de que os anjos estivessem visíveis a Maria e José nesse momento.
Três reis magos montados em camelos estavam presentes no nascimento de Jesus? A Bíblia não fala que nenhum rei ou camelo visitou Jesus.
Ela menciona que homens sábios (“magos”) foram, mas não diz quantos. Nenhum dos primeiros Pais da Igreja sugeriu que os magos eram reis. Como a palavra "magos" usada na Bíblia está no plural, havia aparentemente ao menos dois deles, e pode ter havido mais - até mesmo muitos mais deles. A Bíblia menciona apenas que três presentes caros foram dados por eles -ouro, incenso e mirra, mas isso não indica necessariamente o número dos magos. Não há prova de qual era o país de origem desses homens.
Antes que os magos chegassem a Belém, Jesus viajou para Jerusalém, para ser apresentado no Templo, e de lá voltou a Belém. (Lucas 2:21-22).
E mais, os sábios homens claramente não visitaram Jesus enquanto ele ainda estava deitado na manjedoura, como é comumente apresentado em cartões e peças. Os magos não chegaram até algum tempo depois da apresentação de Cristo no Templo em Jerusalém (Lucas 2:22-39).
Nesse momento, a Escritura se refere a Jesus como uma "criança", não como um "bebê". É possível que o pequeno Jesus já estivesse andando e falando então. Com base nos cálculos do Rei Herodes e dos magos (Mateus 2:16),Jesus podia já ter dois anos ou menos. [Aprenda mais: Sobre os sábios (magos)]
Jesus nasceu em 25 de Dezembro, ou ao menos em Dezembro? Embora não seja impossível, parece improvável. A Bíblia não especifica um dia ou mês. Um problema com Dezembro é que seria fora do comum que pastores estivessem“pastoreando nos campos” nesse frio período do ano, quando os campos ficavam improdutivos. A prática normal era manter os rebanhos nos campos da Primavera ao Outono. Além disso, o inverno seria um tempo especialmente difícil para Maria viajar grávida pelo longo caminho de Nazaré a Belém (70 milhas).
"Um período mais provável seria em fins de Setembro, no tempo da Festa dos Tabernáculos, quando uma viagem como essa era comumente admitida. Além do mais, crê-se (embora não seja certo) que o nascimento de Jesus foi próximo ao final de Setembro. A concepção de Cristo, contudo, pode ter ocorrido no final de Dezembro do ano anterior. Nossa celebração de Natal pode ser vista como uma honrada observaçãoencarnação do 'Verbo que se fez carne' (João 1:14).
Como sabemos que a Bíbia está certa?Answer…
Quando afirmamos que a Bíblia é a Palavra de Deus, isso implica que ela é completamente precisa, ou ela contém imprecisões insignificantes em detalhes concernentes à história e à ciência?Resposta…
Como pode a Bíblia ser infalível se ela foi escrita por homens falhos? Resposta…
O nascimento de Jesus Cristo a partir de uma virgem não é mitológico e cientificamente impossível? Resposta…
…É provável que esse maravilhoso anjo liderando as hostes celestiais em louvor, fosse Miguel, o arcanjo; essa ocasião foi posteriormente comemorada pela igreja primitiva como Miguelmas ('Miguel enviado'), em 29 de Setembro, a mesma data da Festa dos Tabernáculos. Seria no mínimo apropriado para Cristo ter nascido nessa data, porque foi em Seu nascimento que que 'o Verbo se fez carne e habitou (literalmentetabernaculou) entre nós' (João 1:14).
Isto significaria, então, que Sua concepção, não Seu nascimento, ocorreu no final de Dezembro. Além disso, pode perfeitamente ser que quando celebramos o nascimento de Cristo no chamado 'Natal', nós estejamos na verdade celebrando Sua concepção miraculosa, o tempo em que o Pai enviou o Filho ao mundo, no ventre da virgem. Esse, o mais obscuro período do ano, o período da festa pagã 'Saturnália', e o período em que o sol (a 'luz do mundo' física) está mais distante da Terra Santa - seria certamente um período apropriado para Deus enviar a 'luz do mundo' espiritual ao mundo, como o 'Salvador, que é Cristo o Senhor' (Lucas 2:11)" [Dr. Henry M. Morris, The Defender's Study Bible (notas de Lucas 2:8,13)].
(O Natal é uma celebração especial da ceia do Senhor - chamada de missa pela Igreja Católica Romana e de ceia pela maior parte das Igrejas Protestantes.)
Por que muitos cristãos celebram o Natal em 25 de Dezembro, se não foi nessa data que Cristo nasceu?
Essa data foi escolhida pela Igreja Católica Romana. Devido ao domínio de Roma sobre o mundo "Cristão" por séculos, a data se tornou tradição por toda a cristandade..
O significado original de 25 de Dezembro é que esse dia era um popular dia festivo de celebração do retorno do sol. Em 21 de Dezembro ocorre o solstício de inverno (o mais curto dia do ano e assim um dia chave no calendário), e 25 de Dezembro era o primeiro dia no qual os antigos podiam notar claramente que os dias estavam se tornando maiores e que a luz do sol estava retornando.
Assim, por que 25 de Dezembro foi escolhido para lembrar o nascimento de Jesus Cristo com uma missa (ou ceia)? Como ninguém sabe o dia de Seu nascimento, a Igreja Católica se sentiu livre para escolher essa data. A Igreja queria substituir o festival pagão com um dia santo Cristão. O método se valia do fato de que é mais fácil tirar um festival mundano, mas tradicional, da população quando podemos substituí-lo com um bom festival. De outra forma, a Igreja teria deixado um vácuo onde antes havia uma tradição de longas datas, e se arriscado a produzir descontentamento na população e um rápido retorno à prática pagã.
Os vários equívocos acerca do nascimento de Cristo ilustram a necessidade de sempre testarmos tudo o que ouvimos contrário à Palavra de Deus, não importa qual seja a fonte da informação. A Bíblia é a autoridade decisiva.
A despeito de todos os erros humanos, os fatos verdadeiros sobre Jesus são mais maravilhosos do que palavras podem expressar. Ele verdadeiramente nasceu de uma virgem na cidade de Belémexatamente como profetizado anos e anos antes. Jesus foi concebido em Maria, não por homem, mas pelo Espírito Santo de Deus. Como o apóstolo João revela, Jesus existia antes da Criação do mundo (João 1). Ele é parte da Santa Trindade que conhecemos como Deus (Pai, Filho e Espírito Santo). O Filho de Deus veio em forma de homem com um propósito - morrer como um sacrifício voluntário em pagamento pelos pecados da humanidade. Ele o fez para conceder salvação eterna como um dom gratuito a todo aquele que O aceitar e O seguir.
Aprenda muito mais sobre Jesus Cristo, Seu propósito e vida lendo a Bíblia(veja especialmente Lucas 2:1-20 e o livro de João). Assista também nossos filmes on-line gratuitos sobre Jesus - The HOPE (A ESPERANÇA) ou God’s Story (A História de Deus). Viaje de volta ao princípio da história de Cristo, em Gênesis, e prossiga na ordem cronológica através dos emocionantes eventos chaves que precedem o Seu nascimento - e então através de Sua vida, morte, ressurreição, e do que se sucedeu a tudo isso.
23 de dezembro de 2010
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O cristão sempre será prisioneiro de sua palavra
"... Sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato..." - ( I Timóteo 4:12).
Aqui, ser exemplo na palavra, não está falando de ser exemplo no conhecimento da Palavra de Deus, como costumam ensinar. Aqui, ser exemplo na palavra significa zelar pelo cumprimento da palavra pessoal dada ao povo, ou a alguém.
Numa outra versão, diz –
"...sê o exemplo dos fiéis na conversação, no modo de tratar com o próximo".
Usar sempre de sinceridade na nossa maneira de tratar, ou seja, "no trato" e zelar sempre pelo cumprimento de nossa palavra, continua sendo uma das maneiras de adquirirmos a confiança do povo e de sermos reconhecidos como homem de Deus.
Se começarmos a cair em contradições, se formos além do "sim, sim; não, não", desonramo-nos a nós mesmos e perdemos o respeito de nosso semelhante - "Assim falai, e assim procedei..." - (Tiago 2:12), ou seja, viver de acordo com aquilo que fala, é uma boa regra a ser observada por quem quer ser considerado súdito do Reino de Deus.
Para que sejamos respeitados como cidadão do céu, Paulo recomenda –
"Pelo que deixai a mentira, e falai a verdade cada um com seu próximo..." - ( Efésios 4:25).
Esta é também a recomendação dada pelo Senhor dos Exércitos –
"Eis as coisas que deveis fazer: falai a verdade cada um com o seu companheiro..." - ( Zacarias 8:16).
O homem de Deus sempre será prisioneiro de suas palavras –
"...sê o exemplo dos fiéis, na palavra..." – ( I Timóteo 4:12)
É bom fazer negócios com crentes que pregam e que ensinam a Palavra de Deus, não é?