10 de dezembro de 2011

Jesus Cristo não nasceu em 25 de dezembro! Antes de me apedrejarem, vejam o porquê desta afirmação.

Apesar deste assunto apresentar correntes que defendem exatamente o oposto, tudo indica, conforme o estudo que abordarei abaixo, que o dia 25 de dezembro não é a data real em que nasceu Jesus de Nazaré, o Cristo – Filho de Deus.

A minha intenção neste comentário não é a de querer mudar a data de nascimento de Jesus para outro dia qualquer, ou mesmo fazer com que as pessoas fiquem confusas ao comemorar o nascimento de Cristo, numa data que se repete há mais de 2000 anos; e sim uma abordagem acadêmica sobre esta “polêmica” teoria.

A Paz esteja com todos os leitores, e desejo um Feliz Natal, e próspero Ano Novo (que também teve sua origem no paganismo [rs])

O CALENDÁRIO CRISTÃO E O NATAL DE CRISTO

E o verbo se fez carne – O nascimento de Jesus

“E tu Belém Efrata, posto que pequena entre milhares de Judá, de ti me sairá o que será Senhor em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” – (Miquéias 5:2[1]

O profeta Miquéias foi contemporâneo do profeta Isaías, tendo escrito seu livro por volta do ano 725 a.C., quando profetizou que o nascimento de Cristo aconteceria em Belém, de Judá.

Este evento, que na Cristologia marca o tempo da encarnação do Verbo, foi tão importante que dividiu a história da humanidade em dois grandes períodos: antes de Cristo e depois de Cristo, assinalados respectivamente pelas siglas “a.C.” e “d.C.”

Todavia, na época do seu nascimento, no tempo em que Jesus viveu na terra como homem, bem como nos primeiros séculos da formação da igreja e do desenvolvimento do cristianismo, o acontecimento de Belém não chamou a atenção dos historiadores, razão porque a data do nascimento de Jesus não mereceu registro na história.

Valendo-me do ensejo[2] e considerando que o mundo cristão tem como certo que ele nasceu cerca do ano 4 a.C., que a sua encarnação durou 33 anos, e que ele morreu no ano 29 d.C., procurarei esclarecer nas linhas seguintes, uma dúvida que muitos não conseguem entender, ou seja, que Jesus nasceu no ano 4 a.C., e não no limiar do ano 1 d.C., como “deveria ser”.

O Calendário Romano e o Calendário Cristão

O mundo, quando ocorreu o nascimento de Jesus, era regido pelo Calendário Romano, baseado na fundação da cidade de Roma, ou seja, os romanos passaram a contar o tempo com base nesse momento histórico. Roma teria sido fundada por volta do ano 753 a.C.

Porém, em 395 d.C. o Império Romano dividiu-se em dois, entrando então em decadência. Em 476 da nossa era, caía o Império Romano do Ocidente, cuja capital era Roma.

Se atentarmos para a história da Igreja, nesta época, a cristianismo já estava “romanizado”, ocupando cada vez mais espaço, enquanto o domínio do Império prosseguia em decadência. Sendo assim, o antigo Império Romano ia sendo substituído, no poder, pela Igreja Católica Romana, cujo governo passou a ser exercido pelo Bispo de Roma, que, depois foi elevado à condição de Papa.

A mudança do Calendário

Com a queda de Roma e a ascendência da Igreja cristã romanizada, já não havia mais motivo para o chamado “mundo cristão” continuar contando o tempo com base no calendário romano, que tinha a fundação na cidade de Roma como referência inicial.

Assim, no século VI, o Papa[3] decidiu criar um calendário cristão, tendo como vertente, o nascimento de Jesus. Com este objetivo encarregou o Abade Dionísio Exiguus, que viveu entre os anos 470 e 544 d.C., para elaborar o referido calendário, o qual deveria tomar como ponto de partida, o nascimento de Jesus.

Pelos cálculos de Dionísio, o nascimento de Jesus teria ocorrido no ano 754 do Calendário Romano, sendo que ele deveria começar o ano primeiro da era cristã.

O erro de Dionísio

O historiador Josefo demonstra, no entanto, que o Rei Herodes – o Grande[4] morreu depois do nascimento de Cristo. Mateus, no seu evangelho, também comprova esta verdade.

“E, tendo nascido Jesus em Belém da Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do Oriente a Jerusalém” – (Mateus 2:1)

Fala ainda da morte de Herodes:

E, tendo-se eles retirado, eis que o anjo do Senhor apareceu a José em sonhos, dizendo: Levanta-te, e toma o menino e sua mãe, e foge para o Egito, e demora-te lá até que eu te diga, porque Herodes há de procurar o menino para o matar. E, levantando-se ele, tomou o menino e sua mãe, de noite, e foi para o Egito.” (Mateus 2:13-14).

“Morto, porém, Herodes, eis que o anjo do Senhor apareceu, num sonho, a José, no Egito, dizendo: Levanta-te, e toma o menino e sua mãe, e vai para a terra de Israel, porque já estão mortos os que procuravam a morte do menino” (Mateus 2:19-20).

A morte de Herodes aconteceu antes de 754 da era da fundação de Roma

Foram encontrados documentos comprovando que o Rei Herodes morreu 37 anos depois da sua nomeação pelo Senado Romano para ser rei da Judéia, ocorrido no ano 714.

Tendo sido nomeado por volta de 714 e tendo morrido 37 anos depois, segue-se portanto, que sua morte aconteceu por volta do ano 750 ou 751, do Calendário Romano.

Como Dionísio havia calculado que o nascimento de Jesus teria ocorrido em 754, nesta data Herodes já estava morto há quatro ou cinco anos.

Mas, segundo Josefo e Mateus, o menino Jesus e seus pais estavam escondidos no Egito quando da morte de Herodes[5]

Josefo dá mais detalhes sobre a morte de Herodes

Josefo conta que pouco antes da morte de Herodes, foram executados, por sua ordem, dois rabinos judeus, e que na noite desta execução aconteceu um eclipse da lua. Os cálculos da astronomia indicam que na noite de 12 ou 13 de março do ano 750 a.C. houve um eclipse parcial da lua, e que em 751 não houve nenhum eclipse.

Ainda, segundo Josefo, Herodes morreu pouco antes da Páscoa. No ano 750 a.C., ela foi realizada no dia 12 de abril. Portanto, baseado nas informações deste historiador, tem-se certo que a morte do rei Herodes ocorreu em 1º de abril do ano 750 (do Calendário Romano), ou seja, quatro ou cinco anos antes da data estabelecida por Dionísio para o início do calendário cristão. Ele calculou que o nascimento de Jesus teria ocorrido em 754 do ano de Roma.

Comprovado o erro de Dionísio, então a igreja de Roma, na impossibilidade de refazer o calendário, retrocedeu a data do nascimento de Jesus para 4 a.C. Assim, o Calendário Cristão não começou a vigorar no momento da mudança do Calendário Romano para o início do Calendário Cristão, ou seja, no marco zero da era cristã.

Portanto, nosso calendário, que é o mesmo elaborado por Dionísio, Jesus nasceu no ano 4 a.C., morrendo com 33 anos, no ano 29 d.C.

A data do nascimento de Jesus

Não há qualquer comprovação de que o nascimento de Jesus aconteceu no dia 25 de dezembro, ou na noite de 24 para 25.

Esta foi, inicialmente, proposta por Dionísio. Porém, conforme sabemos, ele errou quanto ao seu nascimento.

Analisando a história, temos ciência de que até o século III, o nascimento de Jesus não era comemorado, sendo que os pregadores (incluindo os apóstolos Paulo e Pedro) davam toda a prioridade à sua morte e ressurreição, que constituíram o pilar do cristianismo.

Porque 25 de dezembro

Esta data de 25 de dezembro, como sendo o dia do nascimento de Jesus, somente foi introduzida no quarto século, mas precisamente no ano 336 d.C., em Roma, porém, sem qualquer fundamento bíblico.

Historicamente falando, ao que parece, não houve interesse entre os primeiros cristãos, pela celebração do nascimento de Jesus, através de alguma data específica, embora desde o começo, a sua ressurreição tenha sido celebrada semanalmente, ou seja, no primeiro dia da semana, que denominamos de domingo.

Antes que a Igreja Romana oficializasse a data 25 de dezembro, no ano 336 d.C., outras datas foram utilizadas.

Pela história, sabemos que a primeira comemoração do natal aconteceu na época de Hipólito, bispo de Roma, na primeira metade do século III, tendo sido escolhido o dia 2 de janeiro. Outras datas foram depois escolhidas, como 20 de maio, 18 ou 19 de abril, 25 ou 28 de março.

Finalmente, 25 de dezembro

Conforme a história da Igreja, o cristianismo foi declarado como religião oficial do império, pelo Imperador Constantino, no século IV. Isso atraiu milhares de pessoas para o cristianismo, pois logo adiante, seria obrigatório aos cidadãos romanos, serem “cristãos”

O público pagão, movido por medo, vinham para o cristianismo, porém traziam consigo toda a bagagem da sua antiga religião, sem cortar relações com o paganismo.

Os pagãos celebravam a festa do “deus sol”, no dia 25 de dezembro. Esta festa tinha a finalidade de celebrar o solstício de inverno[6], ou o renascimento do sol, quando e hemisfério norte do globo terrestre, os dias começam a tornar-se mais longos.

Logo após a festa do “deus sol”, começavam, na seqüência, as “saturnálias” romanas, uma festa dedicada a Saturno, deus da agricultura, devido a influência do sol na vida e desenvolvimento das plantas.

Por ocasião destas festas, os falsos cristãos vindo do paganismo, sem que tivesse havido conversão (ao cristianismo), deixavam os trabalhos da igreja, indo comemorar juntamente com os que permaneciam no paganismo, tanto a festa do “deus sol” como também as “saturnálias”.

Consta ter sido o Imperador Constantino quem estabeleceu 25 de dezembro como sendo o Dia de Natal.

O argumento usado, foi que Deus na Bíblia, é comparado ao sol, sendo assim, Jesus era o Filho do Sol.

Porém, na verdade, fazer coincidir estas duas festas (Natal de Cristo e festa do “deus sol”), foi uma maneira de procurar evitar que os cristãos, não convertidos, por certo deixassem a igreja, e ir comemorar suas “festas particulares” com os demais pagãos.

O Oriente aceitou o 25 de dezembro como sendo o dia do nascimento de Jesus, cerca de um século depois. Porém, os cristãos armênios[7] continuam não aceitando. Eles comemoram o natal em 6 de janeiro.

Ainda, segundo alguns comentaristas, o nascimento de Jesus não poderia ter ocorrido no dia 25 de dezembro, pois, nesta época era inverno em Israel, época em quem as noites eram frias e os pastores não saiam com o rebanho, permanecendo com eles em seus apriscos, ou currais de ovelhas.

No entanto, temos o relato bíblico de que na noite em que Jesus nasceu os pastores estavam no campo com os rebanhos:

“e ela deu à luz seu filho primogênito, [8]envolveu-o com faixas e reclinou-o numa manjedoura, porque não havia um lugar para ele na sala.[9]

“Na mesma região havia uns pastores que estavam nos campos e que durante as vigílias da noite montavam guarda a seu rebanho. O Anjo do Senhor[10]apareceu-lhes e a glória do Senhor envolveu-os de luz; e ficaram tomados de grande temor. O anjo, porém, disse-lhes: “Não temais! Eis que vos anuncio uma grande alegria, que será para todo o povo: Nasceu-vos hoje um Salvador, que é o Cristo-Senhor,[11](Lucas 2:7-11).

Concluindo, podemos afirmar que o natal comemorado em 25 de dezembro, tem uma origem pagã.

Quem é Jesus Cristo

Em Jesus Cristo se encontram o “Filho do Homem”, a descendência de Abraão e de Davi, com o “Filho de Deus”, o que:

“No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus (João 1:1-2).

Conforme apresentado, Jesus é o nome humano que o “Filho de Deus” recebeu para viver entre nós e consumar o plano da redenção elaborado e desenvolvido pelo Pai.

O redentor, aquele que deveria pagar com seu próprio sangue a dívida contraída pelo homem[12], em conseqüência do pecado, tinha que ser parente do homem escravizado.

Cristo, sendo Deus, não era parente – era o Criador

“Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele” – (Colossenses 1:16-17).

Então, para ser parente, Ele necessitava despir-se de Sua glória, tornando-se homem, “nascido de mulher”, em Belém de Judá, recebendo ao nascer, o nome de Jesus.


[1] Belém seria a cidade natal do Messias (v.2); isto se cumpriu literalmente em Mateus 2:1.

O Messias viria de Judá (v.2; Gn 49.10); isto também se cumpriu literalmente (Mt 1.1-18; Lc 3.23-38; Hb 7.14; AP 5.5).

Cristo será Governador eterno de Israel e de todas as outras nações (v.2, Is 9.6.7; Ez 43.7; Dn 7.13,14, e etc.).

A pessoa que nasceria em Belém, da tribo de Judá, da nação de Israel, seria Deus – um ser eterno (Jô 1.1-3,14; Hb 1.8; AP 1.8). Como homem, Ele teve um começo, foi gerado e passou a existir; mas como Deus, Ele não teve começo, não foi gerado e não veio a ser. – Fonte: Bíblia de Estudo Dake - Ed. Atos – 2010 – p.1634

[2] Oportunidade, tempo oportuno. Fonte: Dicionário Online

[3] O Papa criador do calendário cristão foi Gregório XIII. (fonte: http://historiageraledobrasil.blogspot.com/2007/12/o-surgimento-do-calendrio-cristo.html, acessado em 15/11/2011 às 16h30min

[4] ... Ele reinou sobre toda essa região, até sua morte em 4 a.C. como déspota absoluto e vassalo fiel de Augusto – Ver Koester, Helmut – Introdução ao Novo Testamento I – Ed. Paulus. p. 392

[5] Ver também nota de rodapé 11

[6] Entre os romanos os festivais eram muito populares. O período marcava a Saturnália, em homenagem ao deus Saturno. O deus persa Mitra, também cultuado por muitos romanos, teria nascido durante o solstício. Divindades ligadas ao Sol em geral eram celebradas no solstício também.

[7] A religião predominante na Armênia é o cristianismo. As origens da comunidade cristã armênia remontam ao século I. De acordo com a tradição, a Igreja Armênia foi fundada por dois dos doze apóstolos de Cristo, São Judas Tadeu e São Bartolomeu, que pregaram o cristianismo na Armênia entre os anos de 40 e 60 d.C. Por causa destes apóstolos fundadores, o nome oficial da Igreja nacional da Armênia é "Igreja Apostólica Armênia". Fonte: Wikipédia – acessada em 15/11/2011 às 18h17min

[8] No grego bíblico, o termo não implica necessariamente a existência de irmãos mais novos, mas sublinha a dignidade e os direitos da criança.

[9] Em vez de albergue (pandocheion, Lc 10,34), a palavra grega Katalyma pode designar uma sala(1Sm 1,18; 9.22; 11p), onde morava a família de José. Se este possuía seu domicílio em Belém, explica-se melhor que ali tenha voltado para o recenseamento, levando também a jovem esposa, que estava grávida.

O presépio, manjedoura de animais, estava colocado certamente numa parede do pobre alojamento, tão superlotado, que não pode encontrar lugar melhor que este para deitar a criança. Uma lenda piedosa guarneceu esta manjedoura com dois animais (cf. Hab 3,2+; Is ,3).

[10] Esta expressão aparece com letra minúscula nas traduções Almeida. Acredito que seja para dar embasamento à doutrina de que Anjo do Senhor (?), seja o próprio Jesus pré-encarnado [aparecendo em algumas passagens do AT], o que particularmente eu considero como “equívoco”. Acredito que este anjo pode ser algum anjo de patente maior, ou outra forma de manifestação teofânica do próprio Yahweh

[11] É ele, pois, o Messias esperado; mas será “Senhor”: título que o AT ciosamente reservava para Deus. – Fonte: Bíblia de Jerusalém – Ed. Paulus – 2008 p.1790

[12] Para maiores detalhes, pesquisar sobre Soteriologia ou Doutrina da Salvação

Em Cristo

Eduardo

4 comentários:

  1. Olá desejo que o Senhor continue abençoando este trabalho. abraços fique na paz do Senhor Jesus.
    www.mensagensedificantes.com

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  2. Caro Eduardo,

    Tenho muita curiosidade em saber em que consiste realmente a história de Jesus, quem ele foi de fato. Aliás, não é somente eu que tem essa curiosidade nos dias de hoje, haja vista o sucesso de qualquer publicação que trate do "Jesus Histórico". Porém, só consigo ver duas espécies de abordagem: Ou apresentam Jesus como um homem como nós, e neste caso negam a possibilidade dos relatos sobrenaturais inerentes a sua história, chamados de milagres, serem reais, ou então aceitam tais "milagres", mas aí o apresentam como Deus, possuidor de poderes sobrehumanos. Ora, Jesus nunca disse que era Deus, disse apenas ser filho de Deus, o qual também chamou de "nosso pai". Ou seja, seguindo estritamente suas palavras, ele era tão filho de Deus como nós. E acho que é por isso que ele ainda não voltou. Enquanto o ser humano não compreender que ele era um homem, e isso não o diminui, antes o alça, e não entender que o que ele fez está ao nosso alcance, não como uma metáfora, mas como uma "praxis" real (mas neste caso temos de acreditar seriamente no sobrenatural), ele não voltará. Pois nesse caso, para que ele voltaria mesmo? Para escolher um grupinho, deixando os demais de lado? Se isso ocorrer, meu amigo, vou levantar a mão e gritar: Jesus, Jesus!!!!!! Eu tenho uma idéia melhor!!!!!!
    João Batista

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  3. Neste momento, compartilho com vocês o lançamento online do meu primeiro livro. A obra é uma confirmação de interpretação bíblica do dia do nascimento de Jesus.


    Uma divergência popular em torno de Jesus refere-se à data de seu nascimento.... Hoje, ao perguntarmos para alguém se, se realmente o dia 25 de dezembro é o dia do nascimento de Jesus!?

    A maioria responderia: NÃO. Esse dia com certeza não é o dia em que Jesus nasceu.

    Todavia, este livro responde: SIM, 25 de dezembro é com certeza sim o dia em que Jesus nasceu.

    O livro está a venda pela editora na seção de Lançamentos pelo link http://24.233.183.33/cont/login/Index_Piloto.jsp?ID=bv24x7br
    e, vejam minha pagina no facebook "25 de Dezembro por Detrás das Palavras" e, se possível divulguem, compartilhem ...

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  4. No sexto mês Deus enviou o anjo Gabriel a Nazaré, cidade da Galiléia,Também Isabel, sua parenta, terá um filho na velhice; aquela que diziam ser estéril já está em seu sexto mês de gestação.Maria ficou com Isabel cerca de três meses e depois voltou para casa.

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